Centro-Oeste pode investir em etanol de milho Um estudo realizado pela empresa Agroicone indicou que a região Centro-Oeste do Brasil pode adotar o etanol de milho como alternativa para o produtor do grão. De acordo com informações divulgadas pela Sociedade Nacional da Agricultura (SNA), o produto também seria importante na vazão da colheita do cereal e também na fabricação dos combustíveis renováveis.

 

Segundo Marcelo Melo Ramalho Moreira, sócio da empresa e um dos pesquisadores responsáveis pela realização do estudo, o principal intuito de pesquisas como essas é auxiliar no desenvolvimento da economia. Além disso, ele garante que os benefícios socioeconômicos podem ser inúmeros.

 

“Projetos já implantados ou em fase de estudos podem, também, agregar dezenas de bilhões de reais às economias de polos que receberem novas usinas. Do ponto de vista socioambiental, em uma primeira fase, os investimentos em uma unidade autônoma (500 milhões de litros) chegam a gerar até 8,5 mil empregos diretos e indiretos”, comenta.

 

Moreira explica também que a produção nessa unidade autônoma poderia movimentar cerca de R$ 2,5 bilhões em vendas anuais, chegando a gerar um adicional de aproximadamente R$ 910 milhões. De acordo com a SNA, a maior parte dessa operação se localiza na região Centro-Oeste, o que justifica o investimento devido à grande produção local.

 

“Isso ocorre em todos os anos de operação, sendo que aproximadamente 80% fica no Estado de Mato Grosso. Com essa riqueza adicional advinda da produção local, a arrecadação aumenta 73 milhões em relação à gasolina ou ao etanol importado”, finaliza Moreira.

 

Fonte: Agrolink

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Centro-Oeste pode investir em etanol de milho

Um estudo realizado pela empresa Agroicone indicou que a região Centro-Oeste do Brasil pode adotar o etanol de milho como alternativa para o produtor do grão. De acordo com informações divulgadas pela Sociedade Nacional da Agricultura (SNA), o produto também seria importante na vazão da colheita do cereal e também na fabricação dos combustíveis renováveis.

 

Segundo Marcelo Melo Ramalho Moreira, sócio da empresa e um dos pesquisadores responsáveis pela realização do estudo, o principal intuito de pesquisas como essas é auxiliar no desenvolvimento da economia. Além disso, ele garante que os benefícios socioeconômicos podem ser inúmeros.

 

“Projetos já implantados ou em fase de estudos podem, também, agregar dezenas de bilhões de reais às economias de polos que receberem novas usinas. Do ponto de vista socioambiental, em uma primeira fase, os investimentos em uma unidade autônoma (500 milhões de litros) chegam a gerar até 8,5 mil empregos diretos e indiretos”, comenta.

 

Moreira explica também que a produção nessa unidade autônoma poderia movimentar cerca de R$ 2,5 bilhões em vendas anuais, chegando a gerar um adicional de aproximadamente R$ 910 milhões. De acordo com a SNA, a maior parte dessa operação se localiza na região Centro-Oeste, o que justifica o investimento devido à grande produção local.

 

“Isso ocorre em todos os anos de operação, sendo que aproximadamente 80% fica no Estado de Mato Grosso. Com essa riqueza adicional advinda da produção local, a arrecadação aumenta 73 milhões em relação à gasolina ou ao etanol importado”, finaliza Moreira.

 

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